{"id":110,"date":"2015-11-24T18:50:46","date_gmt":"2015-11-24T21:50:46","guid":{"rendered":"https:\/\/litebold.co\/~radardofuturo\/pela-primeira-vez-numero-de-celulares-ativos-diminui-no-brasil\/"},"modified":"2015-11-24T18:50:46","modified_gmt":"2015-11-24T21:50:46","slug":"pela-primeira-vez-numero-de-celulares-ativos-diminui-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/pela-primeira-vez-numero-de-celulares-ativos-diminui-no-brasil\/","title":{"rendered":"Cai o n\u00famero de celulares ativos no pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<p>Dado &eacute; atribu&iacute;do &agrave; retra&ccedil;&atilde;o de 4,5% de equipamentos pr&eacute;-pagos<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p>Pedro Peduzzi <br>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil<\/p>\n<p>Estudo divulgado pelo Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Servi&ccedil;o M&oacute;vel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) mostra que, pela primeira vez, houve diminui&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de linhas de celulares ativas no Brasil. Essa tend&ecirc;ncia era esperada, mas de forma mais lenta e s&oacute; daqui a dois ou tr&ecirc;s anos, informou o presidente da entidade, Eduardo Levy. Os 275 milh&otilde;es de celulares ativos em setembro de 2015 representam uma queda de 1% ao longo do ano.<\/p>\n<p>Boa parte da queda &eacute; atribu&iacute;da &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de celulares com&nbsp;chips&nbsp;pr&eacute;-pagos, segmento que teve redu&ccedil;&atilde;o de 4,5%. O percentual corresponde a uma queda de 10 milh&otilde;es de&nbsp;chips. No mesmo per&iacute;odo, os celulares p&oacute;s-pagos apresentaram leve aumento, de 0,3%. Segundo Levy, isso se explica, em parte, pela crise econ&ocirc;mica e pelo uso de aplicativos que possibilitam a comunica&ccedil;&atilde;o por texto, servi&ccedil;o que consome dados de internet &ndash; e n&atilde;o minutos de telefonia m&oacute;vel.<\/p>\n<p>O presidente da Teleco, consultora respons&aacute;vel pela pesquisa encomendada pelo SindiTelebrasil, Eduardo Tude, disse que a comunica&ccedil;&atilde;o por aplicativos de mensagens como WhatsApp ajudaram a reduzir principalmente o n&uacute;mero de chamadas entre diferentes operadoras, tipo de liga&ccedil;&atilde;o telef&ocirc;nica que custa mais caro.<\/p>\n<p>As pr&oacute;prias operadoras t&ecirc;m desconectado&nbsp;chips&nbsp;que n&atilde;o t&ecirc;m sido usados, como forma de diminuir os gastos com o Fistel, tributo cobrado anualmente pelos&nbsp;chips&nbsp;ativos. &ldquo;Isso leva a uma tend&ecirc;ncia de as empresas seguirem os regulamentos que possibilitam a desconex&atilde;o&rdquo;, afirmou Levy. Ele disse que essa tend&ecirc;ncia de queda poderia ser revertida caso o governo desonerasse tributos incidentes na comunica&ccedil;&atilde;o m&aacute;quina a m&aacute;quina (M2M). Caso contr&aacute;rio, a queda do n&uacute;mero de&nbsp;chips&nbsp;ativos se manter&aacute; tamb&eacute;m nos pr&oacute;ximos anos.<\/p>\n<p>De acordo com levantamento feito pelo SindiTelebrasil, entidade que representa as grandes empresas do setor de telecomunica&ccedil;&otilde;es, no Brasil, o custo do minuto para liga&ccedil;&otilde;es de celular (US$ 0,043) &eacute; o quarto mais baixo do mundo, atr&aacute;s apenas dos da China e da R&uacute;ssia, onde paga-se US$ 0,02 por minuto de liga&ccedil;&atilde;o, e da &Iacute;ndia, onde o pre&ccedil;o do minuto &eacute; US$ 0,03. Os valores consideram os impostos incidentes sobre os servi&ccedil;os oferecidos em 18 pa&iacute;ses pesquisados, nos quais vivem 55% da popula&ccedil;&atilde;o mundial.<\/p>\n<p>O estudo &eacute; apresentado em contrapartida ao divulgado anualmente pela Uni&atilde;o Internacional de Telecomunica&ccedil;&otilde;es (UIT), que tem apontado o servi&ccedil;o de telecomunica&ccedil;&otilde;es brasileiros como um dos mais caros do mundo. Pelo &uacute;ltimo levantamento da UIT, o minuto do celular custaria US$ 0,55 no Brasil, valor que, segundo Eduardo Levy, n&atilde;o condiz com a realidade do pa&iacute;s. &ldquo;Se considerarmos que o brasileiro fala em m&eacute;dia 117 minutos por m&ecirc;s, ele pagaria R$ 244 mensais. Isso n&atilde;o procede&rdquo;, disse o representante das operadoras.<\/p>\n<p>Levy argumenta que a metodologia utilizada pela UIT &eacute; falha por utilizar planos homologados pela Ag&ecirc;ncia Nacional de Telecomunica&ccedil;&otilde;es (Anatel), que s&atilde;o uma esp&eacute;cie de pre&ccedil;o m&aacute;ximo do minuto da telefonia m&oacute;vel, e n&atilde;o os valores efetivamente praticados no mercado brasileiro. &ldquo;A pr&oacute;pria Anatel entregou &agrave; UIT, em outubro, um documento com propostas de aperfei&ccedil;oamento da metodologia de avalia&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os, a fim de melhor refletir os pre&ccedil;os praticados&rdquo;, informou Levy.<\/p>\n<p>Para chegar &agrave; conclus&atilde;o de que os servi&ccedil;os s&atilde;o baratos no Brasil, o levantamento do SindiTelebrasil adotou como refer&ecirc;ncia uma cesta que abrange planos de servi&ccedil;os e tr&aacute;fego de dados assemelhados ao perfil do usu&aacute;rio brasileiro, com 100 minutos de liga&ccedil;&otilde;es &ndash; das quais 90% s&atilde;o destinados a celulares da mesma prestadora, 5% para celulares de outras prestadoras e 5% para telefones fixos.<\/p>\n<p>Conforme o levantamento do SindiTelebrasil, a banda larga m&oacute;vel pr&eacute;-paga brasileira tamb&eacute;m est&aacute; entre as mais baratas do mundo, ao custo de US$ 6 nos planos de entrada &ndash; atr&aacute;s apenas da &Iacute;ndia, onde o valor pago pelo mesmo servi&ccedil;o &eacute; US$ 3,90, da R&uacute;ssia (US$ 5,30) e da Espanha (US$5,60). Segundo o SindiTelebrasil, no Brasil, os pre&ccedil;os poderiam ser ainda menores, caso o pa&iacute;s n&atilde;o fosse o de maior carga tribut&aacute;ria entre os pa&iacute;ses pesquisados. De acordo com a entidade, a tributa&ccedil;&atilde;o aplicada no Brasil (43%) &eacute; bem superior &agrave; do segundo colocado, a Argentina, com tributa&ccedil;&atilde;o de 26%.<\/p>\n<div>Edi&ccedil;&atilde;o:&nbsp;N&aacute;dia Franco<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dado &eacute; atribu&iacute;do &agrave; retra&ccedil;&atilde;o de 4,5% de equipamentos pr&eacute;-pagos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[20],"tags":[],"class_list":{"0":"post-110","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-destaques"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/110","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=110"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/110\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=110"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=110"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=110"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}