No século 19, o mundo foi europeizado. No século 20, foi americanizado. Agora, o século 21vai ser "asiatizado" – e muito mais depressa do que se possa pensar. foto: Pixabay
No século 19, o mundo foi europeizado. No século 20, foi americanizado. Agora, o século 21vai ser “asiatizado” – e muito mais depressa do que se possa pensar. foto: Pixabay

A ascensão da Ásia tem sido rápida. Lar de mais de metade da população mundial, a região passou de região marcada por baixos salários para salários médios numa só geração. É provável que até 2040 gere mais de 50% do PIB mundial e poderá representar quase 40% do consumo global.

Uma nova investigação do McKinsey Global Institute mostra até que ponto o centro de gravidade global está sendo deslocado para a Ásia. Hoje, a região tem um percentual mundial crescente de comércio, capital, pessoas, conhecimento, transportes, cultura e recursos. Dos oito tipos de fluxos transfronteiriços globais, apenas os resíduos estão fluindo na direção oposta, refletindo a decisão da China e de outros países asiáticos de reduzir as importações de lixo proveniente de países desenvolvidos.

A Ásia agora representa cerca de um terço do comércio global de mercadorias, em comparação com cerca de um quarto há dez anos. Sensivelmente no mesmo período, o percentual de turistas da região aumentou de 33% para 40% e a sua percentagem de fluxos de capital aumentou de 13% para 23%. Entramos no “século asiático”, tal como diz o autor Parag Khanna. Já não é possível voltar atrás.

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Futuro do varejo: as tecnologias que despontarão em 2020

Quais as principais transformações do varejo para 2020? O que os consumidores podem esperar de novos benefícios e inovação? Estudo realizado pela Hibou, empresa de pesquisa e monitoramento de mercado, revela as principais tendências do segmento de varejo nacional para 2020.
De acordo com a pesquisa, as embalagens, além de informar, tornam-se um valioso canal de contato e comunicação. Algumas marcas, por exemplo, já embarcaram neste caminho com QRCode para destravar stories do Instagram.

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Número de jovens que não estudam nem trabalham bate recorde

Em 2018, 23% dos jovens de 15 a 29 anos – 10,9 milhões – não estudavam, nem trabalhavam, os chamados nem-nem. Foi o maior índice da série histórica, de acordo com os divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na pesquisa Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2019, que analisa as condições de vida da população brasileira.

Entre os jovens de 18 e 24 anos, a incidência chega a 27,9% e nos jovens adultos, de 25 a 29 anos, a taxa de nem-nem é de 25,9%. Segundo o IBGE, o fenômeno é fortemente influenciado pela interrupção dos estudos.

Os dados mostram que dos jovens de 18 a 24 anos nessa condição, 46,6% não tinham concluído o ensino fundamental e 27,7% terminaram apenas essa etapa. Na faixa entre 25 e 29 anos, a proporção é de 44,1% e 31,2%, respectivamente. Dos jovens que concluíram o ensino médio, há mais nem-nem entre quem fez ensino regular do que entre os que concluíram o ensino técnico.

O gerente da pesquisa, André Simões, explica que o fenômeno dos jovens que não estudam e não estão ocupados é estrutural. “É um segmento estrutural, porque tem fatores que dependem de políticas específicas para que haja redução”, disse.

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Investimentos sociais de empresas são mantidos apesar da economia fraca

“Temos observado uma tendência de estabilidade dos investimentos sociais em patamar acima de R$ 2 bilhões, um esforço das empresas, apesar das dificuldades econômicas. Em relação ao futuro, as empresas estão otimistas: 65% estão prevendo ampliar ou, pelo menos, manter nos próximos dois anos os investimentos realizados nos anos recentes”.

A projeção, com alguma dose de otimismo, é de Anna Maria Peliano, coordenadora da nova edição da pesquisa BISC (Benchmarking do Investimento Social Corporativo), divulgado pela organização social Comunitas. Em entrevista para o jornal Folha de S. Paulo, ela reconhece que mesmo no cenário de restrição de recursos para investimentos em geral, institutos, fundações e grandes companhias nacionais que participam do levantamento têm procurado rever o conteúdo dos projetos em curso para adequá-los aos seus negócios.

As metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, agenda lançada em 2016, também são citadas como referência para os trabalhos desenvolvidos: 90% das companhias identificaram conexão de seus projetos sociais com os ODS; 44% já estabeleceram metas com base nesses objetivos.

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O que esperar da Gastronomia em 2025?

Você já parou para pensar como estará o mercado de Gastronomia em 2025? Com certeza, apesar da crise econômica que assola milhões de brasileiros, muitas pessoas gastarão um terço de seu salário para fazer suas refeições fora de casa. Diversos trabalhadores, forçados a comer na rua farão a opção por se alimentarem em restaurantes que ofereçam comidas saudáveis.

O mercado de trabalho para quem se forma em Gastronomia será mais atrativo apenas para quem investir no próprio negócio ou trabalhar em cidades turísticas, mas, em geral, os salários do setor continuarão achatados.

Quem quiser montar seu próprio restaurante em 2025 poderá contar com aplicativos, inteligência artificial, robôs, chatbots e fornos de última geração como grandes aliados. Aliás toda essa parafernália já existe, e não apenas nos principais restaurantes de grandes metrópoles. A tecnologia permitirá a redução de gastos, com a otimização de despesas e redução de impostos e o aumento da lucratividade desses estabelecimentos.

Em 2025, a Inteligência Artificial será amplamente utilizada pelos restaurantes mais badalados: bastará ao cliente fazer o seu pedido ao sistema e, este, automaticamente redirecionará o mesmo aos cozinheiros, oferecendo, inclusive, as informações sobre como se faz o prato e as quantidades certas dos ingredientes.

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Envie um e-mail para carlos.radardofuturo@gmail.com.
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