Carlos Plácido Teixeira
Formado em jornalismo pela PUCMG, especialista em Comunicação Social Integrada, Gestão da Informação e Inteligência Competitiva, além de aprendizados livres em marketing e informática.
Carlos P Teixeira
Histórico
De jornalismo impresso ao Radar do Futuro
A criação do Radar do Futuro, em 2010, foi um marco essencial como síntese das teorias e práticas acumuladas em mais de 40 anos. Reflete a trajetória marcada por diversidade de campos de atuação e de conhecimentos.
O currículo inclui especializações em Comunicação Social Integrada, Gestão da Informação, Inteligência Competitiva, além de aprendizados em marketing e informática.
Desde 1985, ano da formatura em jornalismo, pela PUCMG, passei por experiências em várias áreas da comunicação, como testemunha e ator da transição do jornalismo analógico até a digitalização.
Primeiro, no jornalismo impresso, com foco em economia, negócios e finanças, nos jornais Diário do Comércio, Hoje em Dia e Gazeta Mercantil.
Atuei em assessorias de imprensa de empresas e instituições, como o Sindicato das Empresas de Construção Pesada de Minas Gerais e a Prefeitura de Belo Horizonte.
No início dos anos 2000, criei uma empresa, a Conteúdos.com Comunicação, responsável pelo desenvolvimento de mais de 50 projetos de sites e portais de notícias e institucionais. E atuei como “frila”, com a produção de matérias para a revista Passo a Passo, do Sebrae Minas.
Produzi uma coluna sobre tendências de negócios no jornal Diário do Comércio.
Oferecer conhecimentos e recursos que possibilitam às pessoas identificar e aproveitar oportunidades e reduzir impactos das ameaças geradas pelas transformações vivenciadas pela sociedade atualmente.
A velocidade e o acesso à internet ainda eram alvos de muitas reclamações. Os smartphones encantavam os consumidores, mas os computadores de mesa predominavam como meios de comunicação e de trabalho. O Facebook iniciava a onda que destroçou o Orkut.
Antecipar o futuro era um dos meus objetivos. Incluindo a publicação de informações sobre as transformações sociais, econômicas, políticas e tecnológicas dos anos e décadas seguintes das nossas vidas.
Para quem começou a trabalhar em 1985 como jornalista, usando máquinas de escrever, telefone fixo e gravador de fitas cassete, ter um smartphone
Em 40 anos como profissional de jornalismo, convites para viagens ao interiortend de Minas eram quase sempre muito bem vindos. Eram oportunidades para ouvir e contar histórias por meio de reportagens.
Mesmo no período em que lidava com temas frios da cobertura do mercado financeiro, de negócios empresariais e da economia em geral, como repórter e editor dos jornais Diário do Comércio, Hoje em Dia e Gazeta Mercantil, ou como “frila” para publicações especiais, como a revista Passo a Passo, do Sebrae Minas, estive atento aos acontecimentos que envolveram personagens dos nossos cotidianos.
